sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Trocaram o MPLA Pela Tchizé?

A forma como o Jornal de Angola sai em defesa de uma Deputada incompetente e corrupta, ou mesmo, uma empresária que cresceu na vida alimentando-se do trafico de influência só prova aquilo que há muito tempo vimos alegando: já não se defende hoje o MPLA, agora, defendem-se os corruptos, e os seus atos arbitrários e funestos contra a nação.

Até parece o cachorro dela, ladrando em defesa da dona. Aquele, por pouco, faz tudo por ela. Esta como sabe que qualquer mal-feitor é um “grão de areia” diante da mesma nem se apercebe que o cachorro rugiu.



E quanto o Jornal de Angola cobra para ladrar tanto por uma dona suja, onde o seu fedor se confundi com o fedor das multidões convencidas com os atos de corrupção protagonizada por uma das filhas do Presidente? Que se sabe que no passado abocanhava do infinito orçamento destinado à Presidência da República –dinheiro-, para viajar mundo afora sem destino ( e sem sentido). Quem sabe estava imitando alguma filha do nosso reverenciável africano e bem sucedido Mobotu Sesseko. Fazia isso até se cansar, com dinheiro de todos nós ( público); só pelo belo prazer de conhecer países novos e cidades novas, que quem com muito dinheiro, mimos e caprichos poderia se dar o luxo. Será que o Presidente da Republica, “embalado com tanto trabalho” e preocupado, tanto, com os destinos da nação, sabe ou sabia das aventuras de sua herdeira ? Se não sabia já está sabendo. Ou vão querer mais nos dizer, a todos nós, que é um boato. É boato? Investiguem seriamente, só assim poderão chegar à conclusão que é boato e processar quem aqui está falando. Perguntem aos contadores ou contabilistas daquele super órgão ou instituição. Claro, se não forem um bando de bajuladores ou se não estiverem envolvidos nos tais esquemas de desvios e arrombamento da coisa pública.


Cheiro e fedor, sim! E materialmente falando não o cheiro exalado pelos malucos e os mendigos que pululam em toda a cidade de Luanda. Estes que me perdoem! Mas o cheiro de se saber que quem vem por aí não anda bem com a lei nem com a coisa pública, muito menos com a reputação e a moral de se ser quem é: A querida filha do Presidente, presunçosa, astuta e arrogante, que padece de um imenso complexo de inferioridade mesmo se sabendo de onde veio e quem é. Tida como uma aloprada que acredita que tudo que existe nesse país lhe pertence e é de sua iniciativa: a TPA, mais da metade dos terrenos que compreendem a cidade de Luanda, as minas de diamantes nas Lundas.


O Jornalzinho de Angola que se transformou num instrumento cafajeste, odioso e ridicularizado até no submundo da corrupção e nos seus bastidores, por façanhas nunca alcançadas por ninguém. Este Jornal vai impressionar quem defendendo uma Tchizé, filha de quem é, corrupta aquela e corrupto este. É o fim da picada. A que nível chegamos, escancaram a malandrice. Tem alguém mais honesto por aí? Que trabalhe em defesa das instituições da nação, para pelo menos evitar tais incidentes e acidentes.

Já sabemos que não vão investigar nada. Porque se investigarem por onde vão começar com o Tolerância Zero? Pelo pai ou pela filha? Ou será que o MPLA estará disposto a perder o seu ilustre líder, encomenda de Manguxi e dos guerrilheiros do MPLA, que desembarcaram um dia nestas terras trazendo promessas de fidelidade, transparência, Unidade Nacional, em que o Povo sempre estaria em primeiro lugar. Mas esqueceram-se de que a Terra Angolana não era só deles. Para que se cumpram aquelas três coisas, não se precisam de doutrinas moralizadoras e que exigem do ser humano sacrifícios imensos, como por exemplo, ser comunista ou “cristão mentiroso e ladrão” ( que de dia rouba e a noite reza). Só precisamos de pessoas decentes e bem educadas e que não façam da política um meio de subirem na vida.


É tanta a malandrice, que acompanha o constrangimento, que essa gente já não sabe como se sentar na cadeira ou no sofá. Até parecem aqueles sujeitos cheios de furúnculo no rabo ( na bunda). Tem razão Marcolino Moco, o MPLA precisa se cuidar, senão vai desaparecer. E quem fará desaparecer o mesmo não somos nós, nem seus inimigos. Estão aí, de maneira visível, os inimigos do MPLA, os aproveitadores da legitimidade que este Partido Histórico tem, estão aí os corruptos e a turma de “agregados” que acompanham os mesmos. Agregados, expressão machadiana que qualifica os pendurados, aqueles, que por qualquer motivo, até mesmo familiares ( ou de parentesco) nunca tiveram o pudor de se agarrarem aos êxitos dos outros.


Viva o MPLA e a sua família de corruptos! Já sabemos o que nos irão dizer nas próximas eleições: Votem em nós, que nós os corruptos estamos de volta! Só vai faltar mesmo dizer que quem está contra os corruptos está contra a Pátria.

Nelo de Carvalho
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