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FACA NOS DENTES E SANGUE NOS OLHOS



Tudo bem gente, as eleições foram fraudulenta. Mas qual o motivo de a oposição se ausentar no Parlamento? Seria um mero protesto ao longo dos cinco anos que não levaria a nada. Até porque já tivemos esse ensaio.

Eu penso o contrário. A oposição sim deve assumir as cadeiras que tem no parlamento e daí é que devem surgir as futuras reclamações e protesto da fraude e corrupção.



Por outro lado, o parlamento, com fraude ou corrupção, deve ser visto como um dos campo de batalha dos angolano, onde tudo deverá ser solucionado.

A analogia pode servir para o judiciário, ninguém ( a oposição) esperava uma decisão justa de um judiciário corrupto e enviesado, mas a oposição teve que recorrer a ela.

A moral é a seguinte, no meio de tanto caos, as armas não vão solucionar nada, e usar o caos como instrumento para se denunciar a fraude e a corrupção já foi feito por Jonas Savimbi, que no fundo só ajudou mais a levar o país a essa situação.

Vivemos nos tempos em que o cidadão quer ver sim batalhas entre às partes, faca nos dentes e sangue nos olhos de cada uma dessas partes. Mas que seja a batalha para fazermos da ordem a nossa razão de existir. Há algo de bom nesse ambiente, melhor do que em 1992, é que só temos um exercito e uma polícia, assim como um tribunal. Mesmo esses sendo manipulados pela corrupção e a fraude.

A saga da oposição nesse momento é a luta pela moralização, pelo exemplo de cidadania, é a sobrevivência do que é e deve ser mais civilizado. Isso não é necessariamente feito com o ruído das espadas e o barulhos dos canhões.

Ao contrário, para aqueles que estão em desvantagem, precisam chamar atenção pelo seu cavalheirismo.

A luta é pelo civismo, em nome de uma sociedade menos bárbara, e só no Parlamento a partir da posse dos deputados da oposição isso pode ser demonstrado.

A fraude precisa ser demonstrada todos os dias e de maneiras e formas diferentes. Porque ela não é só um fenômeno pontual e local, é um vício do poder corrupto que se construi em todos os atos do processo administrativo eleitoral, assim como em outras áreas.

Nelo de Carvalho


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COMO ODIAR O MPLA?


É tanto o desejo de se manter vozes caladas que nos convidam a viajar num país 2. É a prova de que ser angolano não basta.

Você precisa ser do MPLA.


Assim faço o quê de mim, onde ficam os meus sonhos?

O oportunismo político não é só o de Savimbi, mas também daqueles que inseriram os criminosos de guerra numa sociedade despreparada para receber verdugos que pudessem dormir agora na mesma cama com as antigas vítimas.

Na história da humanidade isso nunca aconteceu em tal escala, sempre houve a sede de justiça de julgar e punir quem traiu e cometeu crimes contra os seres humanos, o que muitos por aí chamam de crimes contra a humanidade.

É de ma-fé, de uma grosseria estarrecedora, dividir a sociedade em bons e maus, baseado nos horrores da guerra promovidas por ambas as partes. Quando ambas as partes tinha ambições inconfessáveis com o resultado das mesmas. Quem injeta bandidos no meio de uma sociedade de pessoas honestas para conviver com os mesmos, não pode ser visto como solucionador de problemas.

É bandido, e dos piores!

É gente que leva o país a essa situação, num labirinto ou encruzilhada de valores éticos em que a corrupção e a fraude passam a ser instrumentos legítimos.

Nelo de Carvalho

https://blogdonelodecarvalho.blogspot.com.br/


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QUANDO UM ANTIGO INIMIGO SE TRANSFORMA EM CARTÃO DE TRANSPARÊNCIA




Há um esforço colossal em convencer aos "derrotados" de que eles foram derrotados. Num pleito limpo, jamais teríamos que passar por isso: buscar antigos inimigos para corroborar o que fizemos.

Um duelo em que o vencedor precisa convencer que a fraude não foi fraude, por que precisa usar um antigo inimigo para justificar uma suposta vitória?

A novidade do discurso que fez da fraude sua vitória é que "até os EUA consideraram o pleito transparente e liso".

Chega a ser patética e esdrúxula, ver no acenar americano a clareza dos fatos. Ninguém é tão ingênuo em não ver que em tudo isso há interesses atrás de todo interesse.

E o grande interesse americano chama-se o consenso de Washington, programa que todos os partidos aplicariam com perfeição, e que para os americanos pouco interessa quem ganha ou quem está no poder.

É doença de quem cometeu a fraude acreditar que a nossa felicidade depende agora das impressões do Departamento de Estado para África, na verdade, é desespero de quererem provar o que não estão conseguindo.

Vamos ser sincero, eu também concordo que quem acusa o outro de fraude é quem tem que provar. Mas essas provas só são possíveis quando há imparcialidade e interesse em enxergá-las.

Aí ficamos naquele impasse, quem acusa só consegue provar se existir um juiz isento e imparcial, um juiz que tem capacidade de igualar todas as partes diante do Direito e da Constituição.

Nelo de Carvalho


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DESGASTE DA OPOSIÇÃO!?



Propagandear um desgaste da oposição porque essa simplesmente entrou com um recurso na justiça alegando fraude é análise que não procede e reflete medo de quem ganhou.

A gritaria da oposição é mais do que legitima, além de tudo, não é assim que funciona nas democracias? Afinal, onde está na gritaria o ato de violência que tanto nossa sociedade condena e que precisamente durante anos ajudou a diabolizar uma parte dela, no caso a UNITA?

Ou seja, a reclamação é precisamente um ato pacifista contemplada na Lei e na Constituição da República. Desgaste de verdade seria se a oposição não reclamasse. Ou melhor, não só seria desgaste, mas teríamos uma oposição inservível.

A fraude, além de ser real e comprovada, mas omitida pela justiça, está no imaginário popular como o instrumento que o MPLA usa para se perpetuar no poder. Então é esse partido que será vítima de desgastes.

O verdadeiro desgaste vem de quem está há 42 anos no poder, e que nos últimos 25 anos se a segura ao mesmo de maneira duvidosa, cambaleante, corrupta e agora também fraudulenta.

Tanto que se não fosse pela fraude em vez de 10% com certeza teria perdido mais cadeiras na Assembleia Legislativa. Ao contrário, a oposição vem ganhando cadeiras.

O que podemos dizer da oposição é que se exige dela uma estratégia que deve consistir sim num discurso pacifista e eficiente, e não ter pressa de ver os fatos passar. O inimigo do MPLA é o próprio tempo, a incompetência, a corrupção e agora a fraude que muitos de nós aqui teremos missão de desmascarar.

A oposição precisa lutar contra a corrupção de forma digna, honrada, esperançosa; precisa denunciar o que tem aí de atos fraudulentos nesse governo corrupto agora com o nome de João Lourenço.

A oposição é parte desta Angola que se renova e não se confunde com o kwacharismo moribundo de Jonas Savimbi, precário; verdadeira fonte de onde se inspiram os corruptos para roubarem, enganarem e fraudarem diante de todos nós atos visíveis.

Ser oposição hoje é ato de valentia que caracteriza poucos angolanos, mas este pouco vai se fortalecendo, porque a maldade a ser combatida é a corrupção e oportunismo de classe. Agora é só saber de que lado o MPLA está para evitar o desgaste desse partido.

Nelo de Carvalho


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O PASSADO TERRORISTA DA UNITA LEGITIMA O PRESENTE CORRUPTO DO MPLA



A corrupção está agindo com legitimidade, porque malucos no passado fizeram de suas ambições atos supremos.

O preço é este, vamos ter por muitos anos o medo rondando sobre nós.

Ilegítimo a fraude, sim! Todos sabemos, mas como combatê-la? Se uma parte da oposição que temos aí, num passado eram verdadeiros bebedores de sangue. Diante disso toda maldade do presente ( fraude e corrupção) se ergue com legitimidade em frente dos atos destes.

Por isso em Angola é difícil fazer oposição, a dificuldade esbarra no ato de violência e oportunismo de quem quer se perpetuar no poder. O passado da UNITA condena toda a oposição angolana. Envergonha uma simples contestação contra a corrupção.

Não nos enganemos a UNITA e Savimbi, e até, infelizmente, o que hoje chamam de oposição, vão pagar caro por aquele passado. E assim pagará caro o Povo Angolano.

O oportunismo de quem está no poder vai mostrar sua cara usando o que eles combateram no passado, o avião sobrevoando Luanda é a mascara daquilo que muitos nem querem recordar, os anos de guerra, uma guerra que levou a isso que temos aí: corrupção institucionalizada, fraude e mentiras.

Hoje em Angola fazer oposição é preciso uma boa dose de coragem, uma postura que vai além do normal, porque não é fácil enfrentar a máquina corrupta de propaganda envolvendo todo opositor nos crimes de Jonas Savimbi.

Não me refiro a oposição em si. Afinal, eu sou parte desta infeliz oposição. Mas a UNITA que moral ela tem de se insurgir contra a corrupção, quando é considerado um agrupamento criminoso até hoje.

A UNITA é uma agrupação terrorista e criminosa que deveria ser extinta por lei, decreto, resolução ou a força, como queiram.

Esquecer os crimes da UNITA não se esquece em uma geração, até porque só passaram 15 anos. Por isso, pessoalmente sempre defendi a ideia de que esse partido precisaria ser desmantelado, extinguido. Porque é desse partido terrorista que nascem as vitória do MPLA.


Nelo de Carvalho



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UM AVIÃO OU UMA ESPADA SOBRE AS NOSSAS CABEÇAS



O avião que sobrevoa os bairros de Luanda espalhando propaganda do medo em favor de um governo corrupto que dura 42 anos é o resultado de uma crise moral, produzida por promessas nunca cumpridas.

O MPLA fez da guerra um trunfo. Mas convencer o povo angolano que o produto da sua desgraça é só vem da guerra fica cada vez mais difícil.

O medo a tudo amordaça os angolanos, e deste a corrupção e as fraudes se erguem.

Por esse medo de enfrentarmos a corrupção, porque precisamos evitar o pior, a guerra, vamos todos pagar caro. O que será de Angola dentro de 50 anos mais ou 100, se o discurso sempre for esse, "de que é melhor deixar do jeito que está, porque quem reclamar está promovendo uma guerra"?

Preso nos nossos medos e nas ameaças dos fraudulentos e corruptos, só "Deus" sabe quando o pão, a água, a luz e a Educação dos nossos filhos deixaram de ser os produtos mais caros do Universo.

O avião que sobrevoa Luanda não é tão diferente da espada que sombreia as nossas cabeças. É a verdadeira ameaça de quem faz da covardia um método para legitimar uma fraude.

De um lado, também é verdade que se diga: or uma péssima estratégia de quem sempre fez oposição, hoje, estamos pagando com medo o nosso futuro.

O Avião que ronda Luanda pode ser visto como sombra de Jonas Savimbi, um fantasma querendo um pouco mais do nosso sangue, uma espada nas mãos dos corruptos e daqueles que vivem da fraude e do engano.

Nelo de Carvalho


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A FALÊNCIA DE UM ESTADO


A fraude é tudo, menos uma vitória, ou melhor, a fraude é a vitória do inimigo, covarde, sem chance. A única que tem é a própria fraude.

A fraude reflete a falência de um Estado caótico, reflete o pânico no meio de uma gangue.

O discurso da fraude será o que veremos a partir de agora, começou como ameaça, retumbou nos nossos ouvidos de forma arrogante.

A fraude vai fazer valer o impossível, encarará qualquer falta de semelhança consigo mesmo o inimigo ou simplesmente o adversário a ser exterminado. Na verdade, ela já começou, exterminou nossos sonhos, nossas esperanças.

A fraude está aí!

Vai se apresentar como o poder do Estado, este em falência.

Será ousada e dizer sempre que está entre nós em nome de todos os angolanos.

A fraude, que fique bem claro, não é de quem votou no MPLA, ainda que esse ato fosse induzido pela mesma, foi estruturada como um projeto da bandidagem. Diante de um Estado impotente, burlado em todas as suas ações.

A fraude, por exemplo, é a continuação de um Manuel Vicente que mesmo denunciado aos quatro ventos zombou da nossa esperança de vermos uma justiça a reagir.

A fraude é também quando a TPA escurece as nossas almas, com denuncias diabolizadoras de quem eles consideram inimigos, o inimigo às vezes não passa de um simples sujeito inquieto.

A fraude é o Estado cooptado, sequestrado, sem direito a decidir pelo que é justo e injusto. A fraude é o próprio Tribunal Constitucional, este tribunal que ninguém confia, a não ser a própria fraude.

Vamos ver os resultados ( da fraude) nas Ruas de Luanda, nas nossas casas de manhã quando o pão faltar, às 18:00 horas quando precisarmos acender a luz, nos dias de chuva quando precisarmos atravessar as ruas.

Vamos ver a fraude nos funerais, nos rosto de cada criança difunda a ser velada. A fraude será cruel.

Nas religiões submissas, no pastor, no padre, no canalha vendido que vai se dizer formador de ética ou da moral.

Ela é tão perigosa que nem sonhar vai nos deixar.

Nelo de Carvalho


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A FRAUDE COMO PRODUTO



A fraude nos faz lembrar que há feiticeiros por todos os lados, que a maldade nos vigia, que os homens estão possuídos, que os inocentes e as crianças pouco valem.

Se a fraude é um meio, os fins é tudo aquilo que vemos aí: a nossa miséria, e o ato de desperdício de quem se dá o luxo de levar de um leilão um relógio na ordem de milhares de dólares.

A fraude transformou-se num instrumento de luta, não é a espada, muito menos uma AK, mas é tão letal quanto estas.

Na fraude, o vencedor se apresenta como o sujeito que convence por suas ações.

Na fraude, o vencedor é um glorioso, quando na verdade não é. Tanto o vencedor quanto o vencido sabem do que são capazes. Numa fraude não há como convencer quem é quem, entre os dois lados.

Na fraude o malandro tem autoridade, boca e voz para tratar os adversários de malandros.

A fraude tem uma grande vantagem, ao menos ajudou a revelar o oportunismo de classe.

A fraude ajudou a mostrar o herói perigoso que o angolano é, ajudou a revelar que nosso bem feitor sabe cobrar pelos serviços que presta. A nossa miséria ou a de todos, incluindo a deles, é o preço.

Com a fraude, é o poder do inimigo que dita as regras, é ele que faz a justiça.

A fraude revelou-nos uma Angola perigosa, a fragilidade de uma sociedade, o poder dos homens, a ambição destes.

A fraude um dia terá a sua cara se você for complacente com a mesma.

Hoje você tem a cara da corrupção.

Mas a fraude como produto dói mais que a corrupção.

Nelo de Carvalho


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OS RESULTADOS DA FRAUDE NÃO CABEM NA QUANTIDADE DE DEDOS QUE TEMOS NAS MÃOS


Eu queria poder contar nos dedos das mãos quantas pessoas acreditam nesse escrutínio ou eleições: ninguém, absolutamente ninguém!

Assim, é melhor chorar do que fingir ser vitorioso.

É melhor mesmo sentir raiva porque fomos enganados, do que fingir estar entre os vitoriosos.

O MPLA não venceu ninguém, ninguém aqui foi derrotado. Mesmo quando a fraude consegue humilhar, e nos torturar.

Nossa raiva é a raiva de todos aqueles que nesse país nem de esperanças podem falar e viver.

Nossa raiva é a raiva dos ameaçados. A raiva do homem simples, indefeso e contrariado.

Nossa raiva é a raiva de quem confiava, de quem sempre confiou, e hoje é visto como inimigo até quando suspeita.

A fraude das eleições está na cara de quem anuncia os resultados, na cara de quem supostamente deveria cantar vitória e não consegue. Está representado nos gestos constrangedor do vencedor.

Os fraudulentos conseguiram nos humilhar. A vitoria deles reside nisso, no prazer de humilhar, de dizer que eles têm o poder e tudo podem.
Não fomos derrotado pela honra, mas pelo crime, pelo submundo, pelo que se faz na calada da noite, pela desonra.

Nelo de Carvalho



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A PROVA DA FRAUDE ELEITORAL


Os partidos da oposição agiram com perfeição ao declararem inconstitucional e ilegal todo processo eleitoral.

O MPLA reclama a falta de provas da fraude eleitoral. Nós, através deste meio, vimos aqui mostrar um dos fatos que podem ser considerados como prova da fraude eleitoral.

Mas primeiro vamos começar a argumentar sobre o fato da declaração de inconstitucionalidade e ilegalidade dada pela oposição.

Uma coisa é ter Competência outra é poder declarar ilegal e inconstitucional algo que contraria a ordem e os procedimentos.

No estado democrático de direito, todos, sem exceção, têm capacidade de ver e julgar falhas e declará-las ilegais e inconstitucional, que não se confunde com a Competência.

Competência é um atributo formal e legal que se dá a uma pessoa, instituição ou agente público, no exercício do poder.

Ato de declarar, como fizeram os partidos de oposição, é ação política, de livre iniciativa, que em tese só exige a vontade de quem o faz ao exercer seu direito de liberdade.

Até isso, o MPLA quer coibir, a vontade das pessoas de se expressarem.

Segundo:

Há um conjunto de fatos que provam que as eleições foram fraudulentas, ver esses fatos de maneira imparcial depende dos observadores que aí temos.

Juízes que militam no Partido Corrupto, o MPLA, com certeza teriam dificuldades de observar o óbvio.

Assim como quem fiscaliza as leis, o Ministério Público, composto por promotores, todos eles militantes corruptos do MPLA, teriam dificuldades de enxergar violações vindo do MPLA que os mesmos representam.

Vamos aqui dar um exemplo da violação da lei que muito bem a promotoria deveria agir. E não agiu.

Foi a emissão de mensagens enviadas pela UNITEL um dia de antes da votação.

É preciso considerar que existe um tempo proibitivo antes do início do pleito para se fazer propaganda eleitoral. Mas mesmo assim esse tempo foi violado pelo MPLA, usando a UNITEL, empresa Privada, para enviar mensagens aos milhões de clientes com propaganda para que estes votassem no MPLA.

Se a Lei Orgânica omite este fato, ou seja, não há nela nenhum artigo que proíba eventos desse tipo, então, a legislação tem uma falha. Mas ainda assim por princípio, e aqui podemos usar o chamado princípio da Transparência e da Legalidade, é crime.

Por outro lado, a UNITEL é uma empresa privada que presta serviços públicos por concessão. Aqui há crimes cometidos por três entidades: o Estado, a UNITEL e o MPLA. Em que quem se favorece com o mesmo é o MPLA, favorecimento que caracteriza fraude. E só isso constitui a prova essencial de uma fraude que mereceria uma punição exemplar. Punição que poderia levar a impugnação das eleições, afinal há a participação, no crime, do Estado e de um Partido Político. Este poderia ser cassado, perder o direito de participar nas eleições.

Resumindo: a emissão de mensagens pela UNITEL, um dia antes do pleito, é mais um dos fatos que prova a fraude eleitoral.

Por uma questão de princípios, já mencionados acima, aceitá-las, ou não, depende do juiz que enxerga os fatos. Mas se a lei for clara, não pode haver dúvidas: há crime e as provas estão aí, é só enxergá-las.

Nelo de Carvalho



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SERIA AGORA INTERESSANTE OUVIR MARCOLINO MOCO E LOPO DO NASCIMENTO, SOBRE SUAS PARTICIPAÇÕES NESTA FARSA CHAMADA DE ELEIÇÕES


Marcolino Moco e Lopo do Nascimento no decorrer do mandato passado apresentaram-se como críticos do regime.

Usados ou não pelo sistema e o regime que corrompe "a todos", souberam fazer o papel do Velho Africano na aldeia que nos aconselha a todos, como transparecedores da ética e condenando os poderes que temos aí atacados por todos os tipos de vícios, foram tidos como os sábios que todos poderíamos ouvir.

Uma semana antes do pleito nos surpreenderam a todos, oferecendo suas imagens e vozes em favor de uma continuação do que temos aí como governança ou governo.

A surpresa gerou críticas de um lado e do outro, assim como não faltaram justificações.O diabo como sempre estava ao lado de quem viu oportunismo nos gestos dos dois anciãos. Como sempre o MPLA fez da façanha algo para neutralizar opositores.

Seria agora interessante escutar a opinião desses sobre os resultados que retratam o que há de pior na nossa sociedade: a corrupção.

Seria interessante ouvira a opinião dos dois sobre a "transparência" do pleito eleitoral que uma semana antes eles ajudaram a construir.

Seria mesmo importante ouvir os dois, suas impressões, de como têm participado nesta fraude.

Moco, Lopo do Nascimento, os sobreviventes do fraccionismo e os seus verdugos, hoje no poder, são as obras de um MPLA que souberam fazer da farsa a gloria. Não é atoa que o MPLA infestado de gangues corruptas continua a se declarar de Glorioso e a Grande Família.

Nelo de Carvalho



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A FRAUDE É DO MPLA, A HONRA E A DIGNIDADE É NOSSA


O MPLA quer o silêncio de todos porque está com medo, não quer que as pessoas se conscientizem da fraude, assim como nunca quiseram que falássemos sobre corrupção.

É preciso denunciar a fraude, não menos preze ou subestime sua voz, ela pode ser a salvação de uma nação sofrida há décadas.

Todos, em conjunto, ou mesmo de forma solitária, podemos muito. Podemos derrubar o que temos aí. Podemos derrubar a farsa que se apresenta como salvadora da nação, a mentira que que surge como solução de problemas, a fraude que nasce como vontade de um povo, e a corrupção que sobrevive como desejo de uma sociedade.

A fraude e a corrupção são males que todos devemos combater, não é uma missão da oposição, mas com certeza, seu combate afeta mais quem tem a perder, o MPLA Partido dos corruptos.

É preciso que se diga quem são os autores da fraude, são os mesmos autores da corrupção, que fizeram da bajulação uma virtude; são os mesmos que vivem ameaçando os cidadãos pelos seus direitos. Os fraudulentos e os corruptos são os mesmos que entregaram o patrimônio públicos aos filhos, esposas e amantes, ou parentes. Os fraudadores são os mesmos que vivem cantando vitórias em cima de todo um povo, quando na verdade o esforço comum é o verdadeiro milagre que transforma uma sociedade e país.

A Fraude e a Corrupção é do MPLA, a honra e a dignidade é nossa.

Nelo de Carvalho



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A FRAUDE E O MPLA


Depois de uma vitória cantada aos quatros ventos, como o vendedor de ilusões em uma Praça Pública, o MPLA está preso, não só às suas ilusões, mas à fraude que protagonizou.

O preço será alto, o custo da empreitada irá além do preço combinado nos bastidores.

O produto da fraude que andou vendendo naquela Praça está podre, e nenhum cliente, por mais idiota que seja, quer levá-lo.

A fraude, agora, tornou-se um peso nos ombros de quem cantou vitória antes do tempos, a corrupção não sabe o que fazer com ela. É como se fosse carga a mais sobre o navio, que põe em perigo este.

O pior é que não estamos diante de uma carga simples, seus restos ( da fraude) poderão chegar às praias virgens de um ecossistema ( a democracia) protegido por leis, as leis que o MPLA violou.

A fraude e o navio que a transportava têm uma bandeira, a bandeira dos corruptos e do MPLA. Assim, está, ou fica, mais fácil para ser desmascarada por todos.

Desmascarar a fraude é desmascarar o MPLA, é desmascarar os 42 anos de governação, é desmascarar os atos de governação arbitrários e as falcatruas de um Governo e Estado corrupto.

Desmascarar a fraude é mostrar aos angolanos e aos cidadãos que país é esse em que habitamos, um país sem leis, um país em que as instituições não respeitam os cidadãos.

Desmascarar a fraude é mostrar quem são os causadores das nossas desgraças ao longo desses anos, desgraças provocadas e que não são monopólios dos grupos tradicionalmente acusados de provocarem as nossas infelicidades.

Demonstrar e desmascarar a fraude é atribuir a culpa a quem ao longo dos anos ufanou-se de ser o salvador da nação de perigos externos, quando na verdade, eles são os verdadeiros perigosos. Ou seja, é fazer com que a culpa não morra solteira.

Revelar a fraude é importante, porque acaba com arrogância de governantes corruptos e as ameaças destes proferidas aos cidadãos.

Nelo de Carvalho



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SEGUINDO O BOM TOM DA OPOSIÇÃO


Estamos atrás de clareza, de algo que nos convença que o vencedor ganhou limpo, e o perdedor saiu derrotado com honra.

Não se trata de humilhar ninguém. Trata-se de levantar a dignidade humana a nível mais alto, trata-se do cavalheiro e da dama que faz questão de fazer valer a sua honra na vitória ou na derrota.

Quem ganhou, que prove que ganhou com honestidade, sem falcatruas; e quem perdeu, que se convença que perdeu lutando sem fazer sucumbir a sua dignidade de cavalheiro.

Por isso dissemos não à fraude. E dissemos isso porque ela existi e está aí, zombando de nós, nos fazendo de imbecis e idiotas.

Ela existe porque existe a corrupção, porque foram cometidos irregularidades.

A fraude existe porque a corrupção tem fome de poder.

Nelo de Carvalho


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O PROGRAMA DE GOVERNO PODE ATÉ SER NEO-LIBERAL, NO CASO DE ANGOLA O QUE IMPORTA NÃO É SE ESSE TENHA GOVERNABILIDADE, MAS QUE HAJA GOVERNANÇA PARA IMPLANTÁ-LO



Comece pela privatização do Sistema Elétrico, o sistema Rodoviário e Ferroviário, a privatização da Sonangol, da Diamang, da TAAG, que para mim todas são pesos morto. Faça uma licitação internacional com modelo de concorrência e leilão ( quem dá mais), venda tudo o que há aí, de forma transparente, abra o país para o Capital Exterior em vez de fazerem um banquete entre amigos e parentes daquilo tudo que é público.

Privatizem os Portos e Aeroportos!

É claro quando digo privatizar o chamado peso morto não é privatizar cem porcento das ações de cada empresa, mas 51% porcento, de tal forma que seja a iniciativa privada a gerir o que temos aí de economia podre que não dá lucro para o Estado.

49% das ações serão do Estado ou Públicas.

Resumindo, elabore um plano ambicioso de privatização.

O segundo passo é reformar e criar um sistema tributário abrangente. Todos os angolanos, sem exceção, pessoas físicas e jurídicas, têm que pagar impostos. Isso inclui todas as igrejas, é preciso acaba com isenções para facilitar o primo ou a filha. O governo de família precisa acabar.

No sistema tributário Angolano deverá estar incluído o imposto para grandes fortunas. Considerando que grandes fortunas no caso angolano deverá ser estabelecido acima de 5 milhões de dólares.

Terceiro lugar, é preciso descentralizar a administração pública, seus orçamentos, suas finanças e despesas. Essa descentralização deve recair sobre os Municípios e Províncias, que consistirá em dar autonomia nos mesmos. Mas para isso precisa se criar uma nova legislação, em que aproximadamente 25% dos artigos desta constituição Jessiana deverá ser revogada.

Quarto lugar, a previdência social deverá ser estendida para todos os angolanos com mais de 75 anos, com salário mínimo como base. Ou seja, quem quer que seja ao chegar a essa idade no Campo ou na Cidade, deverá receber como mínimo um salário de aposentadoria.

A governança para este governo será fundamental, pois se tiver êxito é de lá que sairá aceitação, já que é preciso fazer valer a fraude.

É preciso convencer a todos que essa maldita fraude valeu a pena, caso contrário, a frustração e a decepção, misturadas à corrupção, levarão o Estado Angolano à decadência.

Por último, nosso apoio, pessoal, a este governo, dependerá de um programa como este: burguês, capitalista, de mercado, mas na base da governança e da transparência.

É a governança e a transparência que levaram os recursos arrecadados pelo Estado nas privatizações, e todas as receitas produzidas como resultados destas, e na recolha de impostos a melhorar os setores como os da Educação e da Saúde.

Nelo de Carvalho


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DE QUE JEITO VÃO FESTEJAR UMA FRAUDE?


Aproxima-se a hora ou o dia em que a CNE por dever e obrigação precisará anunciar os resultados.

A institucionalização da desordem e do caos fizeram destas eleições a fraude um modelo, com cara, corpo e esqueleto do MPLA.

As eleições do ano de 2017 em Angola foram elaboradas num laboratório especializado em transformar lixo em produto reciclado. Na entrada daquele laboratório tem-se a corrupção e na saída uma fraude como resultado da transformação. Tudo simbolizando o MPLA, e o atual governo angolano, assim como o próximo governo, que nasce como o governo da fraude.

Desde que se proclamou o início do processo eleitoral, que começou com o uso da máquina pública em favor do partido corrupto, ninguém esperava outra coisa, que não fosse o descalabro.

Mas o interessante aqui é saber como os vitoriosos vão lidar com a vitória. Uma vitória que todos sabemos é a vitória da fraude. É ainda interessante saber o nível de consciência que se tem da fraude e da corrupção dentro desse partido. O MPLA tem consciência que trinta porcento dos cidadãos ou mais que se declararam ser do MPLA, na verdade não votaram nesse partido. O MPLA é como a mulher que trai, sabe que trai, mas faz a festa pelo anel que recebe das bodas de ouro depois que o corno faz a declaração de amor acreditando na fidelidade da esposa.

Para provar o que estamos dizendo é preciso observar que esta é a eleição em que o MPLA ganha, mas que ao mesmo tempo verifica-se um índice assustador de frustração e decepção entre os angolanos. Ou seja, na verdade, as pessoas frustradas não são só aquelas que na eleição passada votaram na oposição mais o 10% que o partido corrupto quer nos convencer que perdeu. Sabemos que o MPLA perdeu muito mais do que dez porcento dos eleitores. Nossos cálculos, atrelados a boca de urna, dão uma margem de que o MPLA perdeu 30 porcento do seu eleitorado, supostamente fiel.

Assim, com a fraude, que consciência se terá, entre os "vencedores" na hora de declararem a suposta vitória? Vão esfregar que tipo de vitória na cara dos supostos perdedores, quando se sabe que esses foram vítimas de batota?

A expectativa é alta, porque além de tudo, ficamos naquela da espera da festa da fraude, para vermos quem vai tomar o primeiro gole da comemoração, a comemoração de uma farsa.

Sinceramente, aqui concluímos que essa vitória é a vitória que jamais o MPLA gostaria de ter. Sem contar as conotações de caráter política para esse partido. Com essa vitória ou fraude o MPLA começa a cavar o seu túmulo.

Até porque a vitória de João Lourenço é a vitória do sujeito que precisará transportar um cadáver. O cadáver de um país como Angola em crise.

Recordem-se: "Angola"! Aqui não há analogia com uma Inglaterra ou França em crise.

Nelo de Carvalho


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PARABÉNS À FRAUDE E À CORRUPÇÃO, VOCÊS CONSEGUIRAM, SÓ NÃO SEI SE VAI DAR PARA CONTAR COMIGO


Nunca o angolano foi tão mal interpretado ou entendido ao reclamar pelos seus direitos, o pior é que essa má interpretação vem de onde menos esperamos, de onde nunca deveria ser: do MPLA.

O partido do povo e dos poetas transformou-se no partido dos nepotistas corruptos, dos milionários fraudulentos, que pedem dinheiro aos bancos e não pagam.

O MPLA transformou-se no partido dos burgueses que mal saíram da pobreza, uma horda de boçais vivendo às custas do Estado, que se gabam de ser empreendedores, mas mal produzem.

O MPLA transformou-se no partido de uma minoria, de pobres covardes que subiram na vida, traindo suas origens.

No país da fraude e da corrupção, a ascensão social faz carreira bajulando, coibindo quem luta pelos seus direitos. O Estado Democrático de Direito chega a ser uma heresia.

Com a fraude e a corrupção a mulher se transformou num produto a ser leiloado entre os Generais.

O vandalismo, a bandidagem é de Estado.

A moral, a ética e a legitimidade há muito que já foram enterradas. Agora quem governa e governará é o mau-caratismo.

Nelo de Carvalho



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A VERDADE ESCONDIDA E QUE O MUNDO DEVE SABER



A sabujice, vulgarmente conhecida como a imprensa pública e a bajulação institucionalizada, querem nos impor a convicção forçosa da transparência eleitoral.
Não há nos nossos anais, desde a chega dos que comandam a nação com a cultura do medo, tal espírito livre e solto.
A convicção de que aqueles que declararam a independência eram verdadeiros libertadores vai desmoronando nada vez.

A liberdade hoje tem um preço, o preço da fraude e da corrupção. Estes são os verdadeiros regimes que triunfaram em Angola.

O opositor Humberto Caetano, um kwacha transvestido em democrático, confunde socialismo ou comunismo com as mazelas que são a razão de ser do capitalismo. É claro que a diabolização saindo da garganta desse é um ato deliberado, consciente e falastrão que serve de instrumento de guerra fria. Em que se usa a ignorância com o objetivo de se tratar o que mal se conhece como verdadeiro inimigo: o comunismo.

Nem o socialismo mal entendido e compreendido, nem a democracia burguesa baseada nos rigores das leis, foram objetivos, nesses 42, de quem até hoje governa esse país.
O regime implantado pelo MPLA em Angola foi o regime da bandidagem governamental, em que os princípios foram a fraude e a corrupção.
É essa verdade que o Mundo deve saber, é essa verdade que quem fora e que sempre estendeu às mãos ao MPLA por solidariedade ao Povo Angolano, agora, hoje, deve saber.

Verdade que podemos sintetizar assim: o MPLA surgiu como partido de esquerda, mas que fracassou no projeto de nação proposto, e que esse fracasso levou o mesmo a ser o partido mais corrupto que hoje se conhece em todo Mundo.
Nelo de Carvalho



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ALUCINAÇÕES


Por: ISAAC PAXE
31/08/2017

No nosso manifesto geral das ALUCINAÇÕES ....

Não discuto o mérito ou demérito do finca pé dos partidos NA oposição. Desde os primeiros minutos após a divulgação dos resultados, estes, particularmente a UNITA e a CASA-CE, alegaram a quebra da Lei Orgânica das Eleições Gerais no quesito dos procedimentos para a divulgação dos resultados provisórios. A reivindicação dos partidos é um direito de lei.

Eles estão a fazer recurso ao instrumento legal ao seu dispor. Logo, não compreender este comportamento nesta óptica é uma manifestação de um défice qualquer. Para mim, este défice é a nossa quase generalizada dificuldade de nos libertarmos das lentes de análise ideologicamente construídas, principalmente a da defesa do Partido de estimação. São essas lentes que nos impendem discernir o ponto de discussão: existindo a Lei, até que ponto o comportamento da CNE na divulgação dos resultados provisórios feriu o espírito da Lei? É de lei os Partidos questionarem comportamentos avessos à Lei, bem como demandarem o cumprimento do espírito da Lei?

Outra questão que este momento destapa é a intolerância de compreender o outro na realidade actual, compreendendo realidade actual como o conjunto de valores, princípios e desafios de um contexto social no momento "actual". Logo, os actos do momento dos Partidos Políticos que animam a arena política da República de Angola devem ser analisados nas lógicas da realidade actual. Por isso, fico indignado quando aqui neste bairro e nas TV leio e oiço os nossos "intelectuais" a ignorarem a realidade actual como contexto para se compreender a questão em disputa. Há inclusive diplomados em direito que acantonam as teorias e filosofias desta ciência, preferindo discutir a questão na análise superficial de discurso das realidades anteriores. Alguns inclusive dão ao direitos de adivinharem (videntes de ocasião) as ideias que sustentam o comportamento dos PP. O que anima estes "intelectuais"? É a discussão da realidade para se criar saberes que o contexto nos cobra, ou a simples adesão ao grito em defesa das damas?

Este estado geral da alucinação não constrói saberes sobre nós....ele produz rótulos sobre nós. E os rótulos não nos permitem discutir as dinâmicas que o país produz. Pena que a turma do grito seja a de eleição da imprensa no geral, o que ao invés de arejar, intoxica a qualidade do debate.


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SEM CHANCES....


Como defender e colaborar com um governo, tão incompetente, até para oferecer serviços mínimos a população.
A ineficiência, a falta de consideração do Governo e Estado angolano é tanta, que estamos diante daquele caso de nos perguntarmos, mas para que então serve a política, para que serve um governo ou Estado que não consegue garantir o mínimo de qualidade de vida a sua população, mesmo depois de quinze anos de paz.

Há casos simples que irritam e provocam indignação.

Se um banco não consegue disponibilizar o dinheiro aos seus correntistas, na hora e no dia combinado, qual o papel do governo, punir ou fechar esse banco, apurar responsabilidades, caçar os culpados, enfim fazer alguma coisa que valha a pena seria o mais correto.

Mas em Angola não, isso passa despercebido. E ainda aqui em tom de boçalidade, servilismo escravocrata, vem nos dizer que o MPLA é o único partido a garantir e dar proteção ao Povo Angolano.

Que garantias e proteções são essas, que abandonam as pessoas doente, além pátria, sem dinheiro, passando fome - e não porque elas de onde saíram não têm? Mas porque são governadas por um governo incompetente que nem as transações financeiras garante.

Essas pessoas são pessoas que ao longo da vida acreditaram, confiaram, lutaram, deram as vidas - finalmente votaram- para que o MPLA hoje se sinta a vontade, até de humilhá-las.
Depois de tudo isso, tem algum sentido continuar a defender um governo desses? Que tipo de seres humanos seriamos nós se não soubermos distinguir o bem do mal, se não podermos trilhar por um caminho diferente que nós dê felicidade?

Aconselham-nos para termos paciência de continuarmos apoiar um governo que está há 42 anos no poder, um governo que hoje já se provou, não garante a saúde, a educação e nem a vida de seus cidadãos. E que o partido no poder ( corrupto) se ufana de ser glorioso. Que gloria há nessa forma de se governar? São 42 anos de sofrimento, a guerra, e por certo muito mal e desastrosa e desgastante, foi a única coisa que o MPLA soube fazer. Quais são os outros méritos que há nesta Angola que poderiam nos deixar orgulhosos? Nenhum, absolutamente nenhum..!

O mérito do Angolano hoje é bajular o MPLA, um partido que agora declara também a fraude como forma de se governar e se manter no poder.
O MPLA transformou-se num partido de gente covarde, que agora vive em função de pedir votos e apoio às suas vítimas, e para isso faz o uso da mentira, da fraude e da corrupção.
Por isso, não ganharam as eleições. Ao contrário, fizeram da boçalidade um meio para escrutinar de forma fraudulenta os resultados das eleições. Porque em situações normais jamais ganhariam.

O MPLA não ganhou, e enquanto existir essa geração de perdedores -como eles mesmo dizem-, de enganados, das vítimas da mentira e da corrupção, jamais vai ganhar. A não ser pela fraude.

É a fraude e a corrupção que hoje vós caracteriza, que façam bom proveito no poder protagonizando as vossas maldades.

Nelo de Carvalho


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GOVERNO DE JOÃO LOURENÇO JÁ NASCE CORRUPTO



Parabéns aos vencedores, mas todos aqueles que apoiarem o governo de João Lourenço estarão em oposição oposta a nossa.

Até porque o Governo de João Lourenço é diferente do Governo do José Eduardo dos Santos, porque até então este que termina era só um governo corrupto.

O que começa, além de corrupto, é também um governo fraudulento.

A fraude existe, porque existe a corrupção, e vice-versa.

Nossa crítica não muda, ou melhor, se fortalece. Porque agora nosso combate não só será contra o que chamam de corrupção, mas será contra a fraude. O que para nós é a mesma coisa.

Fraude e corrupção vêm no mesmo pacote. São protagonizadas pelas mesmas pessoas, os bajuladores, os sem-caráter, os desonestos e os covardes.

Para gente como nós não haverá trégua para um governo corrupto e promovedor da fraude como o Governo JLo. Até porque este governo já nasce corrupto.

Nelo de Carvalho


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POR QUE A FRAUDE MESMO SENDO UMA SIMPLES SUSPEITA ( O QUE NÃO É) PRECISA SER COMBATIDA E DENUNCIADA


Concluir que não houve violação da lei no processo eleitoral angolano é convidar os diferentes grupos políticos que se digladiam pelo poder e o controle do Estado à violência.

Chega a ser patético, o convite que se faz aos adversários de aceitar uma situação que contradiz tudo. É como o doente que é obrigado a negar a doença só usando a mente.

Não enxergar ilegalidade num processo viciado de erros e falhas é corroborar que a fraude existiu e ponto final. É dizer a todos que precisamos aceitar, aceitar e aceitar e sem questionamentos.

Nenhum argumento vale para um fraudador na pele de corrupto. Se esse fraudador inclui-se a própria justiça fica o dito pelo não dito. Ou seja, nada que diga a outra parte vale.

A justiça, ela não é só um instrumento de imparcialidade, é também a força do mais fraco contra o mais forte. É a fortaleza daquele numa batalha "sangrenta" e implacável contra este. É a esperança, a última estratégia, de quem na pele do primeiro ( o fraco) busca por justiça social.

A justiça é a fortaleza, o escudo, a espada ( finalmente a vida), do pobre pela proteção da sua honra.

É preciso afastar a ideia de que a fraude é resultado de uma teoria de conspiração propagandeada pelos perdedores.

Sim, os perdedores somos nós, os fracos, os pobres, mas cada um de nós tentando preservar o que temos de melhor como humanos.

Esclarecer a fraude, punir a fraude, não é um simples problema da UNITA e da oposição, é a solução do desespero para milhões de almas nesse país, que dormem, levantam, andam e sonham com a esperança de um dia serem incluídos num projeto de nação em que todos estejam envolvidos.

A fraude sim existe, porque existe a desconfiança.

A fraude existe, porque existe a miséria.

A fraude existe, porque existe a corrupção.

A fraude existe, porque existe a mentira.

A fraude existe, porque existe o desejo obcecado pelo poder.

A fraude existe, porque existe José Eduardo dos Santos.

Ela existe, porque existe o MPLA, existem as isabeis dos santos, os joãos lourenços, os kundi paiamas, enfim, o tudo quanto de mais podre temos aí.

A fraude existe, porque somos um povo miserável, em que o destino nos pregou o que há de pior entre os céus e a terra.

A fraude não vem só do MPLA, mas também daqueles que fizeram o juramento de defender a lei, mas não a defendem por vários motivos.

Enfim, a fraude existe, porque a corrupção tem sede de poder!

Nelo de Carvalho





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FRAUDE É CORRUPÇÃO QUE GERA MAIS CORRUPÇÃO


A fraude, sendo verdadeira ou não, protagonizada pelo partido corrupto é o símbolo da nossa miséria, quem confia num governo e Estado corrupto?

As sucessivas violações da lei, a arbitrariedade, a imposição e a arrogância, são frutos da corrupção, assim como a desconfiança de sermos fraudados.

A fraude, já dissemos, não é um fenômeno pontual. Assim como a desconfiança de que ela existe e vai acontecer não é um delírio das vítimas, se estivermos num ambiente de corrupção generalizada.

A desconfiança se há ou não houve fraude é o resultado dos perigos que a corrupção nos oferece.

Quem pedi propina na escola pública -frauda!-, quem desvia mendicamentos de um hospital público -frauda!-, quem corrompe o agente público no seu posto de trabalho comete fraude.

Quem por nepotismo e arrogância põe a filha como Presidente do Conselho Administrativo de uma empresa como a Sonangol, mesmo depois de todas as reclamações formalizadas, frauda!
Vê-se que a fraude não é um fenômeno isolado, é parte desta cultura de governar.

Fraude é a corrupção que gera mais corrupção, que gera fraude, e assim por diante.Fraude e corrupção são crimes continuados e permanentes -no contexto angolano, impunes-, feitos na calada da noite.

A cada etapa da corrupção e da fraude temos uma espiral em ascensão. O criminoso vive da fraude e da corrupção porque se viciou. E as vítimas sucumbem a cada uma dessas maldições, por violência e uma cultura que ajuda a manter a mesma.

Corrupção e fraude são formas de violências, que quando misturadas a uma cultura que diz a cada uma das vítimas que quem violenta, frauda e corrompe, tem o direito de o fazer, chega-se ao ponto da Síndrome de Estocolmo: fenômeno em que a vítima se apaixona pelo seu verdugo.

O que nos preocupa por enquanto não são os corruptos nem os fazedores de violência como a fraude, mas as vítimas desses, que se habituaram a conviver com os mesmos, de uma maneira supostamente harmônica.

Por último, fala-se tanto da paz, de que esta é a maior conquista e fruto dos últimos 50 anos. Mas como viver em Paz quando vivemos atormentado com a fraude e a corrupção?

Viver em Paz e na Paz é também viver sem fraude e sem corrupção.

Nelo de Carvalho


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A MUDANÇA QUE ESPERAMOS DE JLo SERIA CORTAR NA PRÓPRIA CARNE, E ISSO NÃO VAI ACONTECER

Pelo que sei e conheço das coisas essa mudança não chegará jamais. Até porque a fraude, agora, institucionalizada, a assim como a corrupção estão aí para nada ser mudado.
Eu queria tanto estar errado. Na verdade, queria tanto poder apoiar um suposto esforço de mudança. Mas quem começa com fraude, tem poucas chances de se redimir no meio do caminho.
Uma coisa que se tem como pergunta, quem iria dar respaldo a João Lourenço para mudar.
Um MPLA que chegou ao poder como chegou e se mantém como se mantém, mudar é contrariar tudo.
E contrariar tudo é contrariar o maior legado de JES, a corrupção. Mudar é negar a forma como se distribuiu riqueza até hoje nesse país, de uma forma bandida e promíscua.
A mudança que precisamos não é a mudança em termos políticos, mas mudança em termos de governança. E o que é governança? É a capacidade que o Estado tem de realizar e executar políticas públicas. Governança é saber administrar. E o problema do Estado Angolano e o Governo que temos aí desde 1979 é o de saber administrar, criar e executar políticas.
Governança é fazer chegar o produto, os serviços ou bens (públicos) naquele lugar onde mais se precisa. É o que todos aí em Angola chamam de o mais importante é resolver os problemas do Povo.
Por exemplo, o problema em Angola não é o de saber quantas pessoas precisam ou têm direito a ter água e luz em suas casas, e se devem ter. Até porque do ponto de vista de pretensão política aceita-se a ideia de que todos deveriam possuir esses bens em suas casas, ou bem próximo de si. O problema é a execução de tal pretensão. Um plano ou projeto que se tornasse real no papel esbarraria na incompetência dos gestores públicos que têm a missão de transformar tal projeto em realidade. E o gestor a que nos referimos não é o um simples administrador Municipal.
É o homem da pirâmide de cima que não aprendeu a separar o público do privado.
Os recursos públicos ou os ativos potenciais que deveriam ser explorados em benefício de toda sociedade, por incompetência e oportunismo, são mal explorados e administrados. Tudo isso porque a legislação é sempre violada, porque interesses individuais jogam mais forte que o dever de se fazer bem em prol da sociedade.
Para mudar precisaríamos mudar a cultura de se agir diante daquilo que é público, dos bens públicos, do direito público e da obrigação daquilo que é público. Acontece que está cultura não existe. O que existe é a cultura do MPLA, a cultura da corrupção, que consiste em começar a distribuir primeiro o que é de todos, entre os mais próximos. Basta ver as grandes empresas privadas em Angola como foram adquiridas.
Inicialmente eram empresas públicas em que, hoje, seus donos do dia para noite tornaram-se proprietários. Quem são esses donos? E como adquiriram?
O como e o quem consistiram em alienar o que é público a preço de bagatela, e sem nenhum tipo de licitação. As concessões ou permissões de serviços públicos, com grandes lucros, são como presentes dado aos filhos pelos país, do padrinho ao afilhado, do sogro ao genro, e por aí vai.
Por outro lado, o país atravessa uma crise econômica, talvez das piores desde 1975.
O petróleo e a crise Mundial de que tanto se fala são fumaças provocadas pela inépcia e a incapacidade. Porque na verdade a crise também é gerada por falta de investimentos.
Qualquer país no Mundo que cresce anualmente na ordem de 9 a 10%, mesmo sendo um país pobre como nosso em desenvolvimento, pode fazer destas cifras um verdadeiro ativo virtual de sua contabilidade pública. Mas para isso precisa ser um país sério em que as instituições e os cidadãos tenham hábitos de fazer valer as leis. Mais, precisamente, a combinação das cifras mencionadas e o combate transparente à corrupção são fatores catalisadores que atrairiam investimentos.
Só que esse não é o caso de Angola. Até antes da crise o crescimento econômico do país rondava naquelas cifras. E para muitos tido como um crescimento caótico de um planejamento questionável. Ou seja, era um crescimento, que se existiu, tinha como resultado a ousadia de aventureiros estrangeiros, que aproveitando-se do caos e da terra de ninguém que Angola se transformou, ganharam dinheiro mais pelas receitas do petróleo mal canalizadas e distribuídas do que por algo bem planificado que pudesse beneficiar o país.
Moral da história, hoje com a crise, a desordem que já existia, a corrupção permanente que se apoderou de tudo e de todos, a falta de transparência e de uma legislação coerente, quem é que se atreveria investir em Angola?
A resposta a essa última pergunta é: é um louco ou alguém que possivelmente esteja envolvido nos esquemas mafiosos daquela República.
A situação do país é tão complicada não só porque as receitas do petróleo diminuíram, mas porque a corrupção transformou Angola numa nação morta. Angola é uma nação difunda que todo mundo foge dela. E agora com as suspeitas de fraudes no último pleito eleitoral só confirma as suspeitas de quem só tinha dúvidas.
Todo Mundo se pergunta quem vai investir num país como Angola?
Por isso, mudar para João Lourenço -se é verdade que estará disposto a mudar- seria dar um golpe a tudo que temos aí.
Nelo de Carvalho

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POR QUE AS ELEIÇÕES ESTÃO CONOTADAS COM A FRAUDE


O esforço não precisa ser colossal para se concluir que o processo eleitoral angolano, de uma ponta para outra, carrega falhas e vícios em que os protagonistas dos mesmos nem sempre são ingênuos. Ao contrário, longe de qualquer erro humano existe uma trama bem elaborada a cada passo do processo, os interesses são imensos.Entre eles a manutenção do poder a qualquer custo.

O velho partido no poder e seus líderes fizeram das supostas legitimidades que sempre tiveram os fins que justificassem os inúmeros pacotes de maldades, que nestes se incluem a corrupção como meio de agir.

Corromper e ser corrompido em favor das lideranças no poder, no país dos angolanos, nunca foi crime.

Crimes são os meros atos ou procedimento que contradiriam as ações destes agentes corruptos no poder. Para o MPLA hoje como no passado tudo continua sendo justificável, em nome de um perigo, de uma estabilidade, tanto esta quanto aquele sempre têm o medo do retorno a guerra um bom motivo para se violar as leis e pisotear princípios.

Quem mais deveria fazer questão de cumprir normas e procedimentos passou a ser o principal violador. O Estado angolano é um Estado violador de sua própria existência. Age em função de subterfúgios e conveniências, tudo isso para corresponder o desejos de quem o mesmo se entregou: à bandidagem, ao MPLA ( um partido corrupto).

A fraude eleitoral do ano de 2017 começou há cinco anos antes com o fim do pleito que antecedeu este, ou seja, como tentamos dizer desde o princípio, não foi um fenômeno pontual no tempo e localizado. Foi e está sendo uma sucessão de infrações, de modo deliberado e bem planificado, de preceitos legais, de violação da Carta Magna, de conjunto de regas e procedimentos, que em outras latitudes levaria a anulação da mesma, e a punição de seus infratores.

A população angolana precisa ter consciência que foi vítima de um crime de burla, que sua vontade de mudança foi violada. Precisa também saber quem são os causadores de tais atos. A CNE, como agiu, agiu por vontade de um partido corrupto e de quem lidera esse mesmo partido.

É constrangedor, mas vale dizer que João Lourenço não merece ser parabenizado por pessoas honestas e sinceras. Simples assim! Porque jogou sujo, fez parte de um jogo em que as regras estavam claras para todos, mas que com o uso da máquina corrupta do Estado a serviços de interesses oportunistas ele foi o menino privilegiado com instrumentos a sua disposição que nenhum ou dos participantes teve.

Além de tudo JLo teve uma legislação violada a seu favor em todo processo eleitoral. A máquina de propaganda dos meios de comunicação pública, que em verdade, diga-se, já não convence a muitos, funcionou a serviço do obscurantismo e da ignorância.

A fraude não é uma especulação, algo típico de teorias conspiratórias, ao contrário, é a verdade que agora os corruptos no poder não suportam. Atribuí-los, agora, também transformou-se num crime contra o Estado e a soberania nacional.

A fraude é um instrumento da deslealdade de quem finge jogar limpo e ser cavalheiro, quando na verdade não é.

A fraude é um subproduto da corrupção de quem quer e pode usar a maldade, o vício e a mentira para aparentar ser o que não é nunca foi, elegante e vitorioso.


É imperioso que os corruptos do MPLA saibam que eles cometeram fraude, venceram pela fraude.

Assim, João Lourenço é o vencedor, mas o vencedor de uma fraude.

Nelo de Carvalho




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SOBRE A MIRA DAS ARMAS



Depois dessas eleições, de uma coisa tenho certeza -não da vitória do MPLA e da derrota da oposição-, mas de que continuamos sobre a mira das armas de fogo.

É diante disso que desejo sorte a todos que exerceram seu direito de voto e mudança. E dizer que a esperança não foi morta.

Que se cuidem, e que é preciso viver para continuarmos na luta. Que não se trata de covardia ou conformismo, mas que diante da truculência e da brutalidade, a vida precisa vencer.

Nem a fraude, nem os enganos ou a falta de lealdade na luta pelo pódio vão atrapalhar.

Estaremos sempre aqui, a espera de quem vem com suas promessas e seus dizeres. Para isso servimos, para dizer não aos boçais e aos fraudulentos, aos maus jogadores.

A fraude não vai acabar conosco.Como não acabou o colonialismo português com os nossos avós.

Nelo de Carvalho


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A FRAUDE


Que coisa é essa que cega as pessoas e não permite que a mesma enxerguem erros?


A probabilidade de qualquer evento, no Mundo Real, nunca é maior do que um, nem menor do que zero.

Se uma instituição como a CNE que mexe com a vida de milhões de Angolanos não entender que a diferença de 0,37 pode levar ao caos e ao questionamento, é porque a decadência, a fraude e a corrupção chegaram ao seu ponto mais alto. E não adianta confiar mais em ninguém.

A fraude não foi declarada por nós, ao contrário, foi exibida e posta a frente dos nossos narizes. Foi mostrada como se mostra o corpo nu de alguém apanhado em flagrante traindo o parceiro ou a parceira.

Como confiar em pessoas que dizem que a diferença de 0,37 não justifica a reclamação de quem detetou o erro.

O erro que não é erro, mas uma artimanha mal concebida que levou ao desmascaramento de quem cometeu o ato fraudulento, mostra a indecência, o abuso, e a segurança que têm essas pessoas de cometerem os crimes que cometeram: a fraude.

Mostra o quanto o outro lado que clama é indefeso, e vítima de abusos.

Nós estamos reclamando sim, em nome da dor de todos os angolanos, enganados e frustrados, em nome dos abusos que recaem sobre cada um de nós. Estamos reclamando contra um poder despótico que não reconhece limite nos seus abusos contra o cidadão.

A dor não é só a dor da fraude. É a dor de saber que a corrupção venceu. Ela está aí zombando de nós. Como um demônio violando o direito de todos nós: da mulher, da criança, do mendico, do velho e de quem resiste em perder a esperança.


Nelo de Carvalho




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O QUE É SONDAGEM DE BOCA DE URNA?




Para os idiotas e mal informados, Eugênio Costa Almeida explica bem o que é sondagem em boca de urna. Agradeço ao mesmo pela força dada aqui.

Boca diurna, é também um método para se evitar fraudes grotescas e grosseiras.

É um método que se pode usar informalmente usando-se mecanismo sérios.

É uma das formas mais eficiente e eficaz de se evitar fraude eleitoral.

Os tribunais, ou as instituições, em nenhum país do Mundo consideram os resultados de boca de urna, mas é um dado sério para a opinião pública. Da a ideia e retrata com certa e fidedignidade a vontade popular. Geralmente, são dados usados pela imprensa para avaliar a tendência instantânea do desejo da População e fulminar pretensões fraudulentas.

Em Angola com tanta suspeitas de fraude, o processo de sondagem de boca de urna, poderia ser um mecanismo para desvendar as fraudes eleitoral, que há mais de 20 anos o poder corrupto do MPLA vem disseminando no país em todos os pleitos.

SIGNIFICADO DE SONDAGEM EM BOCA DE URNA
"Votação em boca de urna decorre durante o acto eleitoral. Fora da área de votação, essa "sondagem" pode ser feito de três formas: simulacro de urna (o inquirido coloca uma cópia similar ao boletim de voto com o que terá sido o seu voto real); pergunta ao inquirido onde votou (aqui a credibilidade é reduzida porque o inquirido não sabe quem o questiona e pode dizer qualquer coisa); e - o mais raro - colocação de um cruz no boletim igual ao do voto é entrega deste em mão dobrado ao inquiridor. No final, ou ao fim de algum tempo o inquiridor entrega as respostas ao "escrutinador". Este tipo de sondagem que, repito, decorre durante o acto eleitoral, é feita quer por órgãos de informação como por empresas de sondagens, como por investigadores para estudo antropológico e social do meio."[ Eugênio Costa Almeida]


Nelo de Carvalho


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POR QUE VOTAR NA OPOSIÇÃO É IMPORTANTE?

Para enfrentar a realidade, num futuro como o que definiremos no dia 23 de agosto, é preciso fazer uso dos fatos que amoldam o presente, e dos argumentos que justifiquem nossas ações, estas impulsionadoras do futuro.

Todos sabemos que se a oposição ganhar as eleições não fará milagres, como não fez milagres o MPLA ao longo dos 42 anos de poder.

Mas há algo que pode ser traduzido como “milagre”, quando se trata de vivermos em sociedade e num ambiente civilizado, são o cumprimento das regras, normas e procedimentos. Este milagre é ainda mais evidente e fantástico, se a proporção dos cidadãos que decidem fazer o uso das leis como meio para se manter a ordem cívica seja cada vez maior em nossa história.

O mecanismo de alternância do poder obriga, força e induz a que essa proporção num futuro seja uma realidade, promove a que o cidadão se prepare as exigências da sociedade democrática que se quer construir.

Há uma pretensão mais do que justa e legítima na sociedade, de que os políticos têm obrigação e dever de lutarem pela melhoria de vida dos cidadãos, até porque eles são pagos para isso. A conquista da mesma está no nosso direito de selecionarmos quem são os próximos a governar e a dirigir o país. O esforço e a dedicação dos mesmos é balizada pela nossa capacidade de alternar o que está mau e péssimo, por aquilo que nos dê mais esperança na luta por melhorias.

O direito de fazer bem errando, ou errando para se fazer bem, não pode ser visto como um monopólio de quem está no poder há 42 anos. O MPLA envelheceu, e como fênix, a ave que renascia das próprias cinzas, precisa se reestruturar longe das delícias do poder, retornar as suas bases, àquelas em que Agostinho Neto se inspirou para conquistar a independência desse país.

É preciso entender que toda obra humana tem características social, nenhum produto humano é totalmente individual, ou de grupos supostamente privilegiados. É preciso ver na sociedade e no povo a verdadeira fonte de criação de tudo que surge em nosso espaço territorial.

Dar chances a oposição, não é só fortalecer os controles das instituições e do Estado que coibirão a corrupção, é também sinalizar que os valores democráticos têm inspiração popular. A democracia constrói-se com uma cultura, derrubando o que temos aí de velho e caduco.

A democracia se constrói promovendo a reconciliação nacional. E na reconciliação nacional 98% dos angolanos não são representados pelos poderes da República; de uma República fundada há mais de 42 anos.

Velho e caduco é acreditar numa proteção que nunca existiu, a proteção que vem do MPLA. O que se quer é construir uma sociedade e um Estado onde todos sejam protegidos, e não só as Isabeis dos Santos, os Zenus ou os Bentos Nkangamba da vida.

Votar na oposição, não é simplesmente votar na CASA-CE ou na Unita, ou simplesmente deixar de votar no MPLA; é, na verdade, reconquistar a obrigação do Estado de nos dar proteção a todos nós como cidadãos. É recuperar aquilo que por direito pertence a todos nós.

A reformulação do Estado Angolano – que urge- começará quando a oposição que luta há mais de 42 anos pelo poder chegar ao mesmo.

Votar na oposição é acreditar que quem cria são os homens e mulheres desta nação, a sociedade, e que nossa capacidade de criação e transformação não se limita a sermos do MPLA e a confiarmos nesse Partido.

Angolanos e angolanas somos mais do que tudo, somos mais do que o MPLA, mais do que a oposição, e é por isso que a qualquer momento podemos dizer basta a qualquer um dos grupos.

O Povo Angolano é e pode mais do que o MPLA faz e tem feito. É melhor confiarmos na sociedade de que confiarmos num partido que foi transformado em família; é melhor confiarmos no Povo do que num partido que se auto proclama de glorioso, quando a verdadeira Gloria vem da Nação inteira. Até isso é um roubo, uma infâmia, a forma mais descarada de se apresentar diante do público. Esse público que somos todos nós e que às vezes não tem nada de MPLA.

Confiar na oposição, não é confiar na CASA-CE ou na Unita ou quem quer que seja, é confiar em nós mesmos, na nossa capacidade de Angolanos de criarmos.


Boa Sorte!

O dia 23 espera todos vocês com gloria, A Gloria que nos levou ao dia 11 de novembro de proclamar a Independência de Angola.

Nelo de Carvalho







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MAIS UMA FRAUDE A SER DENUNCIADA


A Unitel é uma empresa que oferece serviços públicos, a oferta, por legitimidade e seguindo os Princípios do Direito Administrativo, deve ser por concessão pública.

Assim, é crime eleitoral usar a mesma empresa para enviar mensagens de propaganda eleitoral a favor de um Partido Político.

Crime que deve ser punido com a cassação dessa concessão.

Estamos neste caso denunciando mais uma farsa e fraude eleitoral. Não se pode considerar que as eleições foram justas diante de um fato como este.

Num verdadeiro ambiente de responsabilidade onde as leis devem valer para todos, o MPLA mereceria ser punido, e a punição também deveria ser a cassação, ou seja, perderia o direito de participar nas eleições por um tempo devido a fraude.


Nelo de Carvalho




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UM BANKONGO INOFENSIVO, QUE A ÚNICA ARMA QUE TEM É O FATO DE SER DESDENTADO



Exagero, e aproveitamento, achar que o discurso caótico do Makuta Nkondo vai provocar uma dita guerra.

A guerra se surgir quem provocará são os corruptos.

Makuta Nkodo só tem a língua da cobra que nunca pica e nem envenena ninguém.

O golpismo de Estado, protagonizado pelo MPLA, nas suas contra ofensiva, com habilidades profissionais, de sempre acusaram os adversários de serem perigosos, está se aproveitando da ingenuidade de um boçal que mal sabe se expressar em português.

Sem dentes, falando mal o português, quantos idiotas Makuta Nkondo conseguirá convencer e estarão a sua volta para fazer a propagandeada guerra?

Do kigongo, ou dos bacongos que comiam gente, nunca saiu nenhuma ameça. As ameaças foram construídas por oportunistas, estes que até hoje estão no poder.

Nelo de Carvalho





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SIGNIFICADO DA FAMÍLIA MPLA



Numa Angola com mais de 20 ou 30 grupos étnicos, vítimas do colonialismo -vários grupos raciais-, já temos divisões demais para agora dividirmos o país em partidos políticos.

Por isso a família MPLA é a entidade mais reacionária que temos hoje, é uma seita de agentes políticos criminosos, é uma máfia que tomou o controle do país.

A família MPLA é antítese daquilo que Angola hoje precisa para o seu desenvolvimento, é a própria desorganização, quando não for corrupção.


É sim uma família, uma gangue de mafiosos, que precisam ser combatidos, levados à justiça, mas antes de tudo isso, serem penalizados pela vontade popular.

Vamos sim combater a família MPLA, é a família da maldição!

Que o teu voto seja o julgamento contra essa família de bandidos.

Não precisamos ter medo de nenhuma família, ao contrário, precisamos de um Estado forte que nos respeite a todos nós como Angolanos; precisamos da justiça, dos tribunais, dos juízes honestos e decentes, precisamos das instituições que funcionem em nome de todos os Angolanos.

Chega de bandidos!

Nelo de Carvalho


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VOTE NA ALTERNATIVA QUE DEFENDA OS TEUS INTERESSES




Interesses matam interesses.

Eu que pobre sou, e há anos que fui abandonado por um partido que tudo prometeu à nação e aos angolanos, mas que ao final não resolveu nada para ninguém ou para os milhões de abandonados, também tenho meus interesses.

E eles são tão legítimos como os interesses do Zenu, da Isabel dos Santos e os interesses do Marcolino Moco.

Não se esqueçam que como o Marcolino Moco, ou quem quer que seja, todos queremos defender os nossos interesses.

Você que é pobre e sem influência para bajular ou ser bajulado vote defendendo também seus interesses.

Vote em uma alternativa que te dê futuro e esperança. Não siga o coração, siga a razão. É esta que tem qualidades e atributos para defender seus interesses.

Faça sim do seu voto uma troca de interesses na medida do possível. Para isso, veja a quantidade de lixo que tem no seu bairro, ou na esquina próxima, que o administrador Municipal ou Governo Municipal vive prometendo que o carro de lixo passará por lá para recolher.

Veja o número de estradas esburacadas na hora que você se dirige ao serviço ou para a Universidade, o preço da gasolina num país que se diz rico em petróleo, pense e analise no número de crianças que ficam sem frequentar as escolas.

Veja como funcionam os hospitais, a falta de médicos nos mesmos, a falta de leitos e medicamentos, a desordem nos estabelecimentos de saúde ( farmácias e postos de saúde).

O melhor mesmo é você parar de votar em símbolos ou direcionar seu voto com relação aos símbolos que existem por aí. Pense que eles não resolvem problemas. Ao contrário, são fontes de muitos problemas que temos.

Se ainda sim for pouco.

Pense como pobre que você é, e há quanto tempo o MPLA dirige esse país.

Pense se tens algo a ganhar, se os mesmos continuarem no poder. As chances de que ganhes algo com essa gente (MPLA) no poder é quase zero. Se é assim então chegou a hora de direcionares seu voto a qualquer alternativa que não seja o MPLA.


Nelo de Carvalho


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SOBRE STALIN E A PUNIÇÃO ÀQUELES QUE TRAÍRAM A PÁTRIA



Fala-se tanto dessas deportações stalinistas, mas se esquecem que eram pessoas que apoiaram os nazistas, e não passam mais de 100.000.

Ou seja, é como se quisessem nos dizer que Stalin e a União Soviética não tinham direito de se defender dos nazistas.

Em tempos de guerra, uma punição de ser deportado é muito melhor que ser condenado a pena de morte por fuzilamento. Ou não!?

Em qualquer pais civilizado do Mundo, em tempos de Guerra, quem trai a Pátria é condenado à pena de morte, sem o pestanejar das autoridades, esses traidores foram condenados simplesmente à deportação. Possivelmente para não tornarem a se envolver com os inimigos e dar segurança, tanto a eles ( os traidores) quanto aqueles que estavam na frente ou retaguarda combatendo pela Pátria e expulsando o inimigo invasor e estrangeiro. Há mais um detalhe, foram deportados dentro do território nacional, e não além Pátria como se poderia pensar ou imaginar, ou até tentar confundir as pessoas.

Não vejo como uma simples deportação para defender a sociedade de quem apoiava o inimigo estrangeiro pode ser considerada como crimes contra a humanidade. Acreditar nisso é uma tremenda estupidez.

Mas vindo de mentes anticomunistas tudo é possível, até confundir nazismo com o comunismo.

Nelo de Carvalho



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OS SÍMBOLOS QUE ATERRORIZAM NOSSAS VIDAS



A TV Zimbo agiu bem, o passado não deve ser esquecido, assim como o presente não pode ser engolido de qualquer maneira.

O passado é a guerra imposta pelo terrorismo dos homens de Jonas Savimbi, o presente é a corrupção institucionalizada pelo MPLA de JES. Aquele como este são símbolos que nos aterrorizam.

Fazer recordar o tom da guerra agora e sempre é de mais valia, principalmente, nesse momento. Até porque ninguém quer esquecer os crimes que a Unita cometeu. Recordar o passado, viver a história é evitar que as coisas se repitam.

E isso vale para todos. Até porque é doloroso ver terroristas a governar sem serem nunca julgados pelos crimes que cometeram.

Por outro lado, isso não justifica a permanência no poder de quem rouba e desvia recursos públicos que deveriam servir para melhorar a vida da População.

Por isso, entre a UNITA de passado terrorista e o MPLA com um presente de corrupção, ficamos com a melhor alternativa possível: a CASA-CE.

Tanto a UNITA quanto o MPLA mantém o país na posição em que está, na posição do medo, porque continuamos a sentir o cheiro da pólvora e ouvir os gritos daqueles que foram cravados por balas de ambas as partes.

Por isso, a possível alternativa vem da CASA-CE, esta é parte do contesto angolano melhorado.

O que a TV Zimbo apresentou são as provas das acusações contínuas de ambos os lados ( MPLA e UNITA) que põem novamente o cidadão naquela condição e pergunta: o que faço agora. Por isso, fui sempre a favor da extinção da Unita como Partido Político, hoje, sou a favor da extinção do MPLA como partido. Tudo isso pode parecer impossível. Essa impossibilidade é anulada se encontramos alternativas possíveis. E vem daquilo que os próprios angolanos criaram combinando o passado tenebroso com o presente que insiste em nos fazer sofrer.

Até hoje em Angola vivemos entre dois símbolos, a Unita de Jonas Savimbi com sua carga de criminosos e assassinos; e o MPLA de JES com sua carga de partido corrupto a querer se perpetuar no poder.

É simples: precisamos nos livrar de duas coisas: do medo da guerra, e do medo do presente em sermos dominado pela corrupção. A TV Zimbo esqueceu o último detalhe.

Nelo de Carvalho



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UMA CRITICA AO KUDURO


Kuduro arte!? .... Perdi a noção do que é arte!



Kuduro para mim, da forma como a vejo aqui no Brasil é diversão bizarra.

O que me envergonha, o que me provoca repugnância - o que me rebaixa como gente e cidadão-, para mim não pode ser vista como arte. E não estou aqui questionando o fato de alguém me dizer como me sinto.

Falo por mim mesmo, falo daquilo que o Kuduro não produz em mim, satisfação, deleite ou uma suposta alegria de viver. Afinal a função da arte é essa, dar vazão a sentimentos verdadeiros, sentimentos que não nos humilham, nem a quem presencia, nem quem execute, no caso a verdadeira arte.

A arte, como tudo que o homem optou em usar para sua sobrevivência, existe para nos superarmos. No kuduro você não se supera, você se entrega ao que todos já sabiam: ao preconceito que transforma o homem africano em um ser sempre em situação de questionamento. Será que ele é, pode?

Como tudo nessa vida, coisas produzem lixo, os homens produzem lixo, qualquer micro ou macro sistema produz lixo.

O kuduro é a produção do que temos aí como sistema. É o resultado da falta de cultura, o resultado do mau aproveitamento do tempo para se estudar; para nos educarmos, instruirmo-nos como gente, homens, pessoas, seres, jovens e mulheres.

O kuduro é o resultado de um fracasso, o fracasso da governação, o fracasso da construção do homem novo que Agostinho Neto depois de 1975 muitas vezes proclamou.

O kuduro é o que temos de "melhor" naquilo que o MPLA soube produzir como resultado da arrogância, resultado da desgovernação, do vampirismo de Estado, da ganancia, do abandono de milhares e milhões de pessoas nesse país.

O kuduro não é o simples refugio dos pobres, ou de alguém que quis fazer da arte um instrumento de desabafo e protesto. Ao contrário, é a promiscuidade buscando um lugar para coabitar onde não devia. É a promiscuidade promovida e catalisada por uma burguesia, com a convicção humilhante de que tudo ou qualquer coisa para aliviar a desgraça de quem é pobre, está valendo.

O kuduro é uma ofensa aos pobres deste país chamado de Angola!

Nelo de Carvalho


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O GATUNO DO DINHEIRO PÚBLICO E EXPORTADOR DE DIVISAS USA AS CORES DO MPLA



Quem tirou dinheiro de Angola para depositar em Bancos estrangeiros são os generais do MPLA e seus filhos, incluindo os agregados do atual mandatário.

Não é qualquer angolano que tem dinheiro em bancos europeus, e João Lourenço, o Candidato do MPLA, sabe muito bem disso. Por isso, o cinismo empregado por esse ao fazer um suposto pedido de retorno das nossas riquezas pelos saqueadores é de uma ofensa que trata cada um de nós como idiotas descerebrados.

O discurso dos camaradas há anos que mofou. Sair de fininho quando se tenta reconhecer os próprios erros é a estratégia de um partido que agora vive o cenário nacional sem argumentos.

Sem discurso, sem reconhecer suas falhas transformou-se num partido de políticos caça-culpados. Para o MPLA suas falhas, seus atos desastrosos, cruzam-se com os erros dos seus adversários.

Com o João Lourenço batendo com a língua nos dentes, chegamos a conclusão que combater a corrupção em Angola é acabar com o MPLA.

Então, acabem com o MPLA, antes que esse partido acabe com a Nação.

Nelo de Carvalho


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DESTA VEZ ELA ESTEVE EXCELENTE: NOTA DEZ!



Mel Gamboa afrontou a ignorância e o que não existe: deus! Isso mesmo com letra minúscula.

Deixem a moça em paz.

Não são vocês que defendem um tal retorno às raízes africanas ou o chamado africanismo. Pois, na cultura africana -para quem não sabia- o respeito à mulher é sagrado, e está acima de qualquer religião estrangeira. E se há algo decadente e promiscuo que vai de encontro a africanidade é o cristianismo.

Este não passa de um instrumento colonial misógino e racista.

Quem é patriota, no contexto angolano, e africanista deveria entender isto: que o que temos de mais podre para África Subsariana é o Cristianismo.

Nelo de Carvalho


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RECADO NORTE-COREANO



A ideia do líder coreano, Kim Jong-un, de atacar a ilha de Guam foi fantástica e estratégica, dá ideia de que quem tem direito de atacar não são só os americanos, qualquer um pode fazer isso como medida preventiva.

Foi muito mais elegante quando ele retirou a ameaça uma semana depois, em que o idiota Trump reconhece que a ameaçada retirada de Kim Jong-un foi uma ideia sábia.

Ou seja, isso elimina as diversas possibilidades de ameaça de a Coreia do Norte ser atacada, como se fosse um país qualquer.

Fica o recado, assim, que a Coreia do Norte é uma Potência que pode igualmente e se dá o direito de a qualquer momento fazer um ataque preventivo a qualquer um de seus inimigos.

E que ataques preventivos ou ameaças não são propriedades de um Império comandado por gente idiotas.

Nelo de Carvalho


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EU ODEIO O MPLA, E QUÊ?



Na falta de argumentos respeite pelo menos o seu adversário.


Há um argumento velho usado pelos corruptos do MPLA, "se você odeia o MPLA é porque é Kwacha". É um argumento tão sujo quanto a água da bacia que foi usada para lavar a vagina (vulgo cona).

Talvez, esse seja um dos erros que o MPLA deveria corrigir: considerar todo mundo de kwacha, quando os argumentos escasseiam.

Essa é a dica que temos para João Lourenço e companhia, se quiserem governar começando a corrigir erros, comecem mudando o que há de mais velho nesse partido de corruptos e ladrões: tratar todo Mundo de inimigo. Não somos inimigos, somos críticos de um governo, Estado e Partido corrupto.

Quando os argumentos escasseiam os fins se tornam promíscuos, e os meios inadmissíveis, essa é atual situação do MPLA.

Promiscuidade e inadmissibilidade é o conjunto de atos e fatos que agora o MPLA adotou e conquista, respectivamente, para se manter sempre na mesma posição.

Nos últimos anos, a metafísica parece caracterizar o lado podre e bom desse partido, se ainda sobra algo de bom. O mundo real para os militantes do MPLA implica em assumir a maldade como instrumento de conquista.

Assume-se a cegueira e a ignorância como um estado, não a ser superado, mas a ser mantido até que algo seja alcançado, ou melhor, até que as coisas possam se manter como estão.

Quem disse que odiar ou estar contra o MPLA é ser da Unita? Desde quando o ódio e a raiva se justificam, simplesmente, naquilo que o MPLA tem como razão de sua própria existência?

Nelo de Carvalho




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O JORNALISMO BAJULADOR É PARTE DOS CRIMES QUE SE COMETEM A ESSA NAÇÃO



Do pouco que conheço da arte do Jornalismo e seus princípios, se não é assim, deveria ser:
-Quem opina não tem por que ser isento, a bem da verdade precisa se posicionar;
-Mas quem informa precisa ser imparcial e isento.

Acontece que a informação em Angola é um pacote do MPLA e de quem faz oposição a este.

Todos mentem, todos enganam. Mas a pior mentira é aquela construída com o dinheiro público, o dinheiro de todos nós.

O pior mentiroso é aquele que recebe salário dos nossos bolsos para mentir a todos.

Por isso, a lógica é a seguinte: Jornalista sustentado com dinheiro público para mentir é um criminoso, tão criminosos quanto aqueles que roubam e matam, e que por algum motivo esse jornalismo andou ocultando, omitindo ou protegendo.

Nelo de Carvalho


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MALANDRAGEM, DESESPERO E GOLPE



Os miseráveis fazedores de cultura se reuniram num teatro para dar apoio a um Partido corrupto. Fazer discurso em língala, numa campanha eleitoral, em território nacional é fazer cultura, ou melhor, é valorizar a cultura nacional?

Eu queria saber a opinião de todos os que participaram naquela reunião, que andaram justificando a participação na mesma de uma suposta confraternização!?

Não é tão difícil entender o desespero do partido no poder, quando este faz uso de instrumentos que a lei poderia considerar crimes.

A aceitação de certas práticas só é possível num ambiente de abuso e dominação.

Se você, um simples cidadão, sente-se à vontade ao aceitar esse tipo imposição, então precisa rever seus valores sobre liberdade e democracia.

Nelo de Carvalho


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FRAUDE CONTÍNUA E DESCARADA



Numa democracia séria, fazer inauguração de obras ou quaisquer serviços e produtos em tempos de campanha eleitoral, a mando de servidores públicos, caracteriza fraude eleitoral.

Fraude que dá punição, se o Estado não fosse uma instituição corrupta controlado pela gangue mafiosa que aí temos.

Todo bandido no poder sabe bem disso, nem precisa haver uma lei que proíba, é uma questão de princípios e civilidade.

No MPLA, todo aquele que acumulou dinheiro, poder e riqueza ao longo desses anos, deveria estar bem informado disso. Mas a arrogância também cega.


Nelo de Carvalho


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OPÇÃO ELEITORAL


Para aqueles que vivem me perguntando em que partido eu votaria se estivesse em Luanda, a resposta é: meu voto vai para a CASA-CE.

Aí, vem a segunda pergunta, mas você é militante da casa CASA-CE. Resposta: não sou e nem se precisa ser militante de nenhum partido.

Confesso, a bem da verdade e de todas as minhas convicções, tenho mais simpatia pelo MPLA do que pela CASA-CE. Mas minha convicção também me diz que o MPLA, depois de 42 anos no poder, transformou-se no que temos aí; um partido de gente oportunistas, maldosas, arrogantes e egocêntricas.

O MPLA no poder transformou práticas do mal em virtudes. Por isso, em nome de um passado prefiro ver o MPLA na oposição.É na oposição, hoje, que Angola precisa desse Partido, se a Democracia é verdadeiramente um regime sério em que todos os angolanos optamos em construir, o MPLA pode ser útil na oposição, usando sua experiência.

É de um oportunismo, de matar tudo que respira, quando intelectuais do MPLA ( João de Melo, João Pinto - tradicionais bajuladores- e outros) vêm ao público falar de uma suposta falta de alternativa ao MPLA no ambiente político angolano.

Por que falta de alternativa, desde quando é que o exercício da política e a boa administração do Estado só cabe ao MPLA? Até porque nos 42 anos de governação as falhas protagonizadas pelo partido no poder foram precisamente baseadas em ideias de que o MPLA é o único partido a resolver os problemas do povo angolano. Tudo mentira! Nas condições de Angola, uma nação multifacetada por grupos políticos com interesses divergentes, apresentar-se como único na solução dos problemas gera caos, divergência, violência, e, como não poderia deixar de ser, usa-se a corrupção como atos do governo.

Ser o único partido a solucionar os problemas de Angola, no ambiente mwangolé de sermos, é ser corrupto. É protagonizar desmandos na hora de governar. É inculcar o apartheid e a separação. É discriminar a mulher, o homem por ser branco, negro ou mulato. Enfim, é tudo menos governar para todos.

Ver o MPLA na oposição é dar esperança a milhões de angolanos que à medida que o tempo foi e vai passando já não se revêm no MPLA e desconfiam das promessas dos seus dirigentes. E esse fenômeno é cada vez maior.

Eu voto na CASA-CE. Não porque esse partido é o melhor dos partidos, mas é precisamente uma das novidades políticas, que inteligentemente, foi construída por aqueles que se cansaram do trio MPLA, UNITA e FNLA. Um trio que ao longo da nossa história ajudaram a transportar os inúmeros pacotes de maldades que levaram ao inferno e à desgraça milhões de vida de Angolanos.

A CASA-CE como partido ou agremiação política consegue reunir os angolanos numa só ideia; a ideia de democracia em que as leis, a justiça e a meritocracia estão acima de interesses dos projetos individuais.

Ir direito ao assunto e dizer quem é quem nessas eleições é muito importante. Prefiro, prefiro dizer: por enquanto vamos confiar na CASA-CE e depositar nosso voto nesse Partido.

Mas para aqueles que acham que a CASA-CE não merece o voto do cidadão, podem votar em qualquer partido, desde que não seja o MPLA. Ou seja, nessas eleições quem merece ser derrotado é o MPLA.

O Povo Angolano, a sociedade Angolana precisam mostrar ao mundo e a nação em que vivemos que o MPLA merece ser julgado nas urnas com uma derrota.

Nelo de Carvalho